Customer centric na advocacia: colocando o cliente no centro do negócio

Tempo de leitura: 2 minutos

Se você está atento às tendências do mercado, com certeza já ouviu falar na importância de colocar o cliente no centro do seu negócio, para que ele se sinta especial, valorizado e tenha uma experiência positiva. Com base nisso, neste artigo falaremos sobre customer centric na advocacia, explicando melhor o que é o conceito e porque você deve aplicá-lo em seu escritório. 

Além disso, também apresentaremos alguns exemplos, que podem inspirar você no seu dia a dia. Quer saber mais? Continue acompanhando!

O que é ser customer centric?

De forma simples e direta, ser customer centric significa ser centrado no cliente. Para isso, você deve garantir não somente que ele receba um excelente produto, mas também que tenha uma ótima experiência durante toda a sua jornada em contato com a sua empresa, o que envolve um bom atendimento e também o pós-venda. 

Para isso, o primeiro passo que você precisa implementar é saber ouvir o seu cliente, seja por meio de pesquisas ou até mesmo observando como ele se comporta nos contatos que tem com você. Assim, você saberá exatamente o que ele valoriza para poder, então, entregar isso a ele. 

Como aplicar customer centric na advocacia?

Para aplicar  o conceito na advocacia, uma boa forma de começar é analisando a concorrência, pois isso permitirá que você entenda de que forma pode se diferenciar dos outros escritórios, entregando aos seus clientes algo que eles não conseguem. 

Também é fundamental também prestar um bom atendimento e, nesse ponto, entra a importância da tecnologia, por duas razões bastante simples: quando as máquinas fazem o trabalho operacional, os advogados podem dedicar mais tempo a entender e prestar um bom atendimento ao cliente; e com tantos dados à disposição, fica muito mais fácil traçar um perfil do seu público, da concorrência e até mesmo colher informações importantes para o andamento dos processos. 

Quer saber melhor como um escritório de advocacia ou um departamento jurídico podem ser customer centric? Então assista ao vídeo de Celina Salomão, CEO da ForeLegal, falando mais sobre o assunto:

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